segunda-feira, 4 de junho de 2007

Conferência sobre o Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades


Nesta primeira semana de Junho tenho o renovado prazer de voltar à vossa companhia, meus queridos e estimados leitores. Espero que o fim-de-semana tenha corrido da melhor maneira para cada um de vós: bem aproveitado para o salutar descanso e para o convívio familiar e com os Amigos.
Aqui no Corvo a vida vai correndo ao ritmo calmo e sereno do nosso viver!!! Na escola, os alunos inquietos, anseiam o fim das aulas e o início das férias de verão, enquanto os professores já fazem planos para a época estival – mas o certo é que as aulas se prolongam até ao dia 29 de Junho e, até lá, ainda há muito que estudar e aprender.
Depois das grandes festas em honra do Divino Espírito Santo, que decorreram no passado fim-de-semana, havia que lavar as loiças e os tachos das Sopas, arrumar o ginásio da Escola e sobretudo descansar e recuperar energias. Mas apesar de todo o cansaço, era visível a satisfação, e o sentido de dever cumprido, nos rostos dos membros da Irmandade – “em mais um ano fizemos as Festas do Espírito Santo: correu tudo bem e para o ano há mais!!!”.
A semana que passou, ficou marcada pela celebração do Dia Mundial da Criança este ano assombrada pelo polémico e triste desaparecimento da menina Madeleine McCann – todavia a oportunidade foi aproveitada para reflectir sobre os direitos e a dignidade das crianças, ao mesmo tempo que as autarquias e demais instituições organizavam festas e brincadeiras para celebrar os mais pequenos.
E na Ilha do Corvo não passamos à margem das celebrações – numa iniciativa digna de registo a Câmara Municipal uniu-se em parceria à empresa Castanheira e Soares para organizar uma festa aberta às 52 crianças corvinas.
O centro de convívio da Santa Casa encheu-se de gente nova: houve balões, muita alegria e animação; uns improvisados toques de bola e, claro, um saboroso lanche. Era notória a alegria das crianças em festa – em cada um dos seus sorrisos está a esperança da Humanidade e o reflexo límpido da santidade de Deus.
Mas esta 6ª feira, primeiro dia do mês de Junho, também ficou marcada no Corvo pela realização da conferência alusiva ao tema: 2007 – Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para todos: uma iniciativa da União Europeia com a qual se pretende reflectir e trabalhar sobre a inclusão de todos os habitantes no projecto europeu, independente das suas opções pessoais, da sua origem étnica e religiosa e da situação de saúde em que se encontram.
A iniciativa partiu do euro deputado Dr. Paulo Casaca que trouxe ao Corvo a Presidente da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, Dr.ª Elza Pais. A ilustre palestrante colocou em evidência algumas situações concretas que a sociedade pode não respeitar a liberdade de cada pessoa e a sua inclusão nos projectos comunitários – as diferenças de sexo, raça, etnia e religião devem ser alguns dos factores para a inserção social.
Esta conferência, inserida numa reunião da Assembleia Municipal, serviu para despertar nos responsáveis das instituições da Ilha e na população em geral o interesse pela inclusão social.
Não podemos esquecer que no momento presente o Corvo serve de “pátria” a uma população flutuante composta por 80 pessoas, visto que estão a residir na mais pequena Ilha dos Açores pessoas oriundas de várias zonas do continente, do Brasil, da Guiné-bissau, de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, Ucrânia, Bielorrússia, Croácia, entre outros países…
Importa que estejamos atentos às suas necessidades e direitos fundamentais, para que todos estes Irmãos e Irmãs se sintam bem na Ilha que os acolhe e possam concretizar junto de nós os seus projectos de vida e de felicidade.
E por hoje fico por aqui!!! Na próxima semana volto para vos dar conta das novidades do Corvo, sobretudo aquelas que se prendem com a Festa do Corpo de Deus que celebrada nesta 5º feira . . .


Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo

padrecorvo@gmail.com

sexta-feira, 1 de junho de 2007

A propósito do DIA MUNDIAL DA CRIANÇA



Já dizia o poeta que “as crianças são o melhor do mundo” e aproveitando a celebração anual do Dia Mundial da Criança, que ocorre a 1 de Junho, decidi fazer este breve apontamento sobre os meninos e meninas que vivem no Corvo – fui ao seu encontro e procurei saber o que eles pensam sobre o seu dia. Para concretizar este trabalho contei com a preciosa ajuda da Educadora de Infância, Dr.ª Sónia Rodrigues e da Professora do 1º Ano do Ensino Básico, Dr.ª Leandra Pereira
Na Ilha do Corvo residem 40 crianças: 20 estão matriculadas no 1º ciclo do Ensino Básico e as outras 20 frequentam a Creche e Jardim-de-infância Planeta Azul, gerido pela Santa Casa da Misericórdia do Corvo.
A Educadora de Infância, Sónia Rodrigues, nasceu há 28 anos em Paris e antes de vir para o Corvo, em 2004, residiu no concelho de Alfândega da Fé no distrito de Bragança.
Na sua opinião o Dia Mundial da Criança, assinalado pela primeira vez em 1950, é uma importante celebração porque as crianças também gostam de ser lembradas, podendo a data ser equiparada ao Dia do Pai ou ao Dia da Mãe.
Para esta transmontana adoptiva, que todos os dias trabalha com crianças, a efeméride é celebrada também no quotidiano, onde tem que promover o respeito e dignidade dos mais pequenos.
Já Leandra Pereira, que está no Corvo desde Setembro de 2006, deu uma perspectiva mais social ao seu testemunho acerca do Dia Mundial da Criança – para esta jovem de Lamego a efeméride não se vive apenas com brincadeiras e jogos, mas como uma ocasião propícia para se reflectir sobre todas as crianças do mundo, sobretudo aquelas que não vêem os seus direitos respeitados e são vítimas de toda a espécie de exploração.
Por outro lado, a Professora afirmou que os seus pequenos alunos são, juntamente com as outras crianças da Ilha, a alegria do Corvo e da Escola.
Os protagonistas desta Festa também quiseram manifestar a sua opinião sobre o Dia da Criança: a Ana Sofia, com apenas 6 anos, disse que “este é um dia muito feliz para todas as crianças porque os pais mostram como gostam dos seus meninos; já o Daniel com os seus 7 anos afirmou que o Dia iria ser celebrado com desenhos e, claro, com as brincadeiras preferidas; quanto à Maria ela comunicou-nos, na sua genial sabedoria, que as crianças têm muito que estudar para aprenderem a ser responsáveis no futuro!!!
Mas celebrar o Dia Mundial da Criança deve significar também um compromisso com o futuro – temos que educar as novas gerações não apenas com os conhecimentos da técnica e da ciência, mas também comunicar-lhe os valores e as atitudes que conduzem os Homens e as Mulheres à verdadeira felicidade.



Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo

padrecorvo@gmail.com

segunda-feira, 28 de maio de 2007

“Vamos às Sopas do Espírito Santo !!!”


Era esta, meus queridos e estimados leitores, a expressão que saía dos lábios corvinos neste fim-de-semana de Pentecostes.
A Ilha vestiu-se de festa e os rostos de alegria, enquanto se arregaçavam as mangas para ajudar na confecção desta refeição comunitária, ícone da solidariedade e da comunhão fraterna tão próprias das vivências corvinas e do culto do Espírito Santo.
Os festejos em honra do Divino tiveram o seu início na noite do Domingo da Ascensão, 20 de Maio: as coroas e as bandeiras do Espírito Santo regressaram solenemente à Sua Casa. Aí uma pequena multidão reuniu-se para a oração do Terço e, nos outros dias da Semana do Bodo, para a celebração da Eucaristia.
A Irmandade e os Mordomos esmeraram-se em pintar e decorar o Império para que esta semana nos ajudasse a evocar as nossas mais saudáveis memórias e valores e, também, invocar a graça e misericórdia do Espírito do Senhor.
Na quarta-feira, 23 de Maio, começavam os mais árduos trabalhos para que a festa: os homens da Comissão das Festas tinham a seu cuidado o abate da vaca para as sopas, enquanto as senhoras se dirigiam para a padaria municipal para preparar e cozer o pão e a massa sovada. Os dias seguintes foram marcados por uma mistura de trabalho e convívio; sacrifício e espírito de entre ajuda – era necessário unir esforços para levar por diante o empreendimento de preparar uma gostosa refeição, a qual seria oferecida a todos os presentes: corvinos e visitantes, mais novos ou mais amadurecidos pela arte de viver; mais cultos na ciência dos homens ou mais simples na experiência da vida – era importante trabalhar, porque TODOS se iam sentar à mesma mesa partilhando a carne, o pão e o vinho em honra do Espírito Santo.
Mas o ponto alto das celebrações teve lugar no Domingo de Pentecostes – pelas 11h 30 organizou-se a Procissão do Divino Espírito Santo – os símbolos do Paráclito foram transportados pelas crianças e jovens do Corvo, devidamente vestidas de branco. A nossa Filarmónica presenteou-nos com a sua presença e com a execução de belíssimas peças musicais; A Comissão de Festa e os Mordomos da Irmandade também marcaram especial presença – eles que tanto trabalharam para que este fosse um grande Dia, agora marcam especial presença nesta homenagem ao Espírito do Senhor.
O solene Cortejo dirigiu-se para a Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Milagres onde foi celebrada a Missa da solenidade de Pentecostes – durante a procissão do ofertório foram levados ao altar os pratos gastronómicos que iriam ser servidos no almoço das Sopas. Esta foi uma forma simples de reunir num único louvor ao Espírito do Ressuscitado a liturgia da Igreja e a refeição fraterna.
Terminada a Eucaristia, todos nos dirigimos para o ginásio da EBI Mouzinho da Silveira, onde foram servidas as tão afamadas sopas do Espírito Santo; a ementa obedecia à mais genuína tradição: sopas acompanhadas com carne cozida, carne assada com batata e arroz doce, tudo sempre bem regado com o saboroso vinho de cheiro que veio da Ilha do Pico.
No final dos festejos era visível a alegria e a boa disposição dos 250 convivas – “estava tudo muito saboroso! Eu nunca falto às sopas do Espírito Santo”. Eram estas as espontâneas expressões que saíam dos lábios agradecidos de muitos daqueles que participaram nas mais populares festas que se fazem no Corvo e nos Açores.
As celebrações em honra do Espírito Santo prolongam-se nesta 2ª Feira da Pombinha, Dia da Região Autónoma dos Açores, com uma Missa Campal em memória dos Mordomos e Irmãos falecidos da Irmandade do Divino Espírito Santo do Corvo. Esta solene Eucaristia será celebrada no mítico Largo do Outeiro e contará com a presença da Comissão da Festa e dos Mordomos, uma vez que estes últimos serão coroados no fim da celebração.
Esta Missa assume ainda uma particular importância para a vida da Comunidade, não só porque quer ser uma singela celebração do Dia dos Açores, mas porque contará com a presença das nossas crianças e adolescentes, aos quais será oferecida uma típica brindeira.
Creio ser de vital importância a educação das novas gerações nos valores e nas atitudes que definem a nossa identidade e nos ajudam a viver o dia-a-dia. É missão da Escola, da Irmandade e da sociedade civil comunicar aos mais novos o culto do Espírito Santo, seja como caminho de vida espiritual seja ainda como escola de solidariedade e de partilha . . .


Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo

padrecorvo@gmail.com

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Ilha do Corvo celebra o Divino Espírito Santo



A Comunidade do Corvo está a celebrar as tradicionais festas em honra do Divino Espírito Santo, uma secular tradição religiosa e cultural que se mantêm bem viva no coração dos corvinos.
A Irmandade do Império, dirigida pelos Mordomos Alfredo Nunes Pimentel e Aida do Nascimento Andrade, preparou um programa festivo que coloca em harmonia as diversas dimensões deste culto: assim e ao longo de toda a semana o Império enche-se de gente para a oração do Terço e para a celebração da Eucaristia – pelo segundo ano consecutivo apresentei à Comissão do Império a proposta de celebrar a Missa no Império durante a semana do Bodo.
Mas o ponto alto das festividades está reservado para o Domingo de Pentecostes – neste dia serão servidas, depois da Missa e da Coroação, sopas do Espírito Santo para toda a população. E para que nada falte ao costumeiro repasto, os homens da Comissão encarregam-se de abater e preparar a carne de vaca, enquanto as senhoras se dedicam à confecção da massa sovada e do típico pão caseiro.
Outros rituais que foram introduzidos nos festejos em honra do Divino Espírito Santo, após a minha chegada ao Corvo, foi o ritual da coroação – todas as famílias que receberam os Símbolos do Paráclito nas suas casas aceitaram participar neste ritual – o qual assume nas ilhas açorianas um carácter quase sacramental, uma vez que se quer invocar para a pessoa coroada e para as famílias as bênçãos e as graças divinas.
A primeira fase da Festa do Espírito Santo no Corvo termina na 2ª Feira, Dia da Região Autónoma dos Açores, com uma Missa Campal celebrada no mítico Largo do Outeiro, em memória dos Mordomos e Irmãos falecidos. Nesta celebração solene contaremos com a presença de todas as crianças e adolescentes da Ilha, uma vez que serão presenteados com uma brindeira típica do Corvo.

Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo

padrecorvo@gmail.com

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Parabéns Ti Pedro Cepo


No início desta semana dedicada ao Espírito Santo volto à vossa companhia, meus queridos leitores, para prolongar no tempo esta nossa amável patilha de saberes e de amizades.
Os últimos dias foram marcados por alguns acontecimentos relevantes para o viver comum dos cidadãos da Ilha do Corvo.
Na 3ª feira, 15 de Maio, recebemos a ilustre visita do Almirante Melo Gomes, Chefe de Estado-maior da Armada: este ilustre militar veio ao Corvo no âmbito das celebrações do Dia da Marinha, que ocorre em cada ano a 20 de Maio.
Tendo sido recebido na aerogare pelas principais autoridades da Ilha, o Almirante Melo Gomes teve ainda a oportunidade de visitar os Paços do Concelho onde foi recebido pelo Presidente da Câmara em exercício, Óscar Rocha, que lhe entregou uma série de lembranças – e, claro, o nosso Caldeirão: o ex-libris do Corvo.
Penso que esta visita que o mais alto responsável pela Marinha portuguesa fez a todas as ilhas açorianas é de grande importância: porque conheceu a realidade dos meios humanos e técnicos que a Armada tem ao seu serviço na Região Autónoma, ao mesmo tempo que auscultou os responsáveis autárquicos acerca dos desafios que se colocam à salvaguarda ambiental e cultural do património marítimo.
Outro dos acontecimentos que marcou significativamente a vida política da Ilha foi a eleição da nova Presidente da Assembleia Municipal do Corvo, a senhora Aida do Nascimento Andrade.
O acto eleitoral decorreu na reunião extraordinária daquele organismo autárquico, que teve lugar no início da tarde da 5ª feira, 17 de Maio. Aos deputados municipais foram apresentados dois candidatos: Fernando Câmara e Aida Andrade – o resultado do escrutínio determinou a vitória desta última, que irá ocupar o lugar deixado vago por José Maria Mendonça.
Faço votos para que o mandato da senhora Presidente da Assembleia Municipal decorra da melhor forma e que ela procure criar consensos sobre o almejado desenvolvimento para a Ilha do Corvo.
Mas o centro da nossa semana esteve na celebração do 94º Aniversário do “Ti” Pedro Cepo, o mais idoso e mais ilustre dos cidadãos da Ilha do Corvo.
A falta de outras iniciativas a Paróquia decidiu organizar-lhe uma festa comunitária: convidei a Filarmónica Lira Corvense, pedi que fizessem um bolo de aniversário à maneira, comprei duas garrafas de “champagne” e ajudei o Ti Pedro a fazer os convites aos seus numerosos amigos.
A 6ª feira, 18 de Maio, era o grande dia – o senhor Pedro Pimentel Cepo fazia os seus anos: este venerável ancião viveu sempre como amante da música e do canto popular.
Em tempos idos era um dos mais abastados lavradores do Corvo – mas nunca perdia uma oportunidade para tocar o acordeão ou o bandolim; organizar um baile familiar ou participar no ensaio da Banda, visto que foi tocador da Lira Corvense durante 62 anos.
Indiscutivelmente Ti Pedro Cepo é o mais conhecido corvino nos Açores e no Mundo – foi tocar e cantar à América, à Espanha, à Expo98 em Lisboa e nas diversas Ilhas açorianas. Tanto empenho pela arte da música mereceu o mais elevado reconhecimento público: a 10 de Junho de 2005 o então Presidente da República, Jorge Sampaio, condecorou-o com a Ordem de Mérito no grau de Oficial.
Todavia não posso deixar de lamentar que o Corvo, o berço e alma do Ti Pedro Cepo, não tenha ainda reconhecido o seu valor cultural e simbólico: ele que ensaiou a Lira Corvense durante vários anos, sendo o responsável pela educação musical da maioria dos actuais tocadores da Filarmónica.
Ouso por isso fazer um apelo ás nossas entidades autárquicas: ofereçam o nome do Ti Pedro Cepo à toponímica corvina – dêem o nome do nosso cantador popular à actual Rua da Fonte. As homenagens fazem-se durante a vida das pessoas ilustres!!!
No fim-de-semana o Tio Pedro voltou a ser notícia na comunicação social açoriana: todos foram unânimes em reconhecer o seu mérito pessoal, bem como a sua capacidade de ser embaixador da identidade corvina.
Ao terminar a minha crónica, quero brindar ao Ti Pedro Cepo, desejado-lhe as maiores felicidades e ad multos . . .

Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo

padrecorvo@gmail.com

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Corvinos celebram os 94 anos do Ti Pedro Cepo




“Ti” Pedro – assim é conhecido e tratado na sua Ilha do Corvo o senhor Pedro Pimentel Cepo, o mais velho dos corvinos, que nesta 6ª feira 18 de Maio celebra as suas 94 primaveras!!!
O mais ilustre cidadão desta Ilha é conhecido pela sua dedicação à música e ao canto popular: desde sempre esteve ligado à Filarmónica Lira Corvense e ao Grupo Folclórico do Corvo.
É um homem da cultura e um amante da música – foi ele o responsável pela educação musical da grande maioria dos tocadores da nossa Filarmónica. A grande alegria do Ti Pedro é tocar o seu bandolim e recordar-se dos convívios e das animadas festas que ele ajudou a abrilhantar.
O seu profícuo trabalho cultural foi reconhecido a 10 de Junho de 2005 quando o Presidente da Republica, Jorge Sampaio, lhe atribuiu a condecoração de Oficial da Ordem de Mérito.
A festa que hoje queremos organizar é, antes de mais, um sinal da estima e da gratidão que todos temos para com o Ti Pedro – na singela homenagem vamos contar com a presença da Filarmónica Lira Corvense, bem como de toda a Comunidade corvina.




Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo

padrecorvo@gmail.com

Aida do Nascimento Andrade é a nova Presidente da Assembleia Municipal do Corvo


Os deputados municipais da autarquia da Vila do Corvo elegeram a nova Presidente da Assembleia Municipal, Aida Maria do Nascimento Andrade, que até à data exercia as funções de 1ª Secretária daquele organismo autárquico.
O escrutínio teve lugar ao início da tarde desta 5ª feira, dia 17 de Maio, e decorreu durante a reunião extraordinária da Assembleia Municipal – convocada na sequência da demissão do anterior Presidente, José Maria Ângelo Mendonça.
Ao cargo candidataram-se dois deputados: Fernando Câmara e Aida Andrade, tendo o resultado da votação (7/8) ditado a eleição desta última por apenas um voto.
Deseja-se à nova Presidente da Assembleia Municipal da mais pequena Ilha dos Açores, as maiores felicidades no exercício do seu mandato e espera-se que o seu trabalho colabore no tão almejado desenvolvimento do Corvo.



Pe. Alexandre Medeiros
Pároco do Corvo
padrecorvo@gmail.com